Meu nome é Priscila, mas sou mais comumente chamada de Pri ou Pri Lovegood. Moro em Brasília desde pequena, estudo inglês e realmente amo fotografar. Levo um modo de vida diferente e solitário, embora tenha poucos e bons amigos. Entre as principais coisas essencias na minha vida, estão: a fotografia, meus sonhos, natureza, música, a literatura e o cinema. Já cursei várias faculdades e abandonei todas, entre elas Cinema, mas cheguei a conclusão que fazer filmes e assisti-los são duas coisas totalmente diferentes. O que me atrai no cinema é justamente poder entrar em novos mundos de onde posso tirar muitas lições e sentir todo tipo de emoções. Quanto menos eu souber do processo, melhor. Assim como gosto de ler livros realmente imersa, acreditando que os personagens são reais, ao invés de prestar atenção aos modos e técnicas do escritor. Quando a gente entende muito sobre o processo, algumas vezes essa magia pode ser quebrada, ao menos funciona assim para mim.
Algumas pessoas me acham excêntrica e maluquinha, outras me criticam bastante, alegando que vivo num mundo fantasioso. Não sei bem o que dizer sobre isso para me defender, talvez em parte seja mesmo verdade, pois muitas das coisas no mundo real são muito duras para mim. Eu simplesmente vivo da maneira que me proporciona mais momentos de felicidade, e eu gosto de sonhar, é meu ‘passatempo’ favorito. Não penso apenas em mim, quero trazer muitos dos meus sonhos ao mundo ‘real’, ainda me interesso em fazer algo por ele. Pretendo realizar muitas viagens, não só em filmes e ficção literária, mas também tentando conhecer mais o universo ao qual pertenço.
Sou bastante tímida e fechada, tenho dificuldade em me aproximar das pessoas e, dependendo, até falta de interesse mesmo. Não acho que minhas qualidades sejam melhores que as dos outros, mas só consigo me aprofundar em relações com pessoas que realmente me encantem e com quem eu me identifique bastante. Uma das minhas características mais notáveis é ser intensa e complicada, em parte pela minha personalidade, e ainda pela a influência de traços de um transtorno que possuo (borderline). Faço tratamento psicológico, psiquiátrico e tento me conectar com a natureza, mas muitas vezes tudo se torna turvo e eu perco minhas forças e até parte da minha sanidade. Também sou julgada (muitas vezes injustamente) por isso, é claro.
Apesar de qualquer problema, sou uma pessoa carinhosa e receptiva e estou (quase) sempre disposta a arriscar em possíveis relacionamentos e a me colocar no lugar dos outros, por mais que tenham pensamentos diferentes dos meus. Portanto, prazer em conhecê-los, meus leitores imaginários (ou não). :}